Mostrando postagens com marcador Doze Princípios - Disney de Animação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Doze Princípios - Disney de Animação. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de abril de 2026

Os três erros que quase todo iniciante comete ao tentar escrever uma história

Ensinar narrativa ao longo dos anos trouxe uma constatação curiosa.

A maioria dos alunos não trava por falta de imaginação.

Na verdade, o problema costuma ser o oposto.

Eles têm muitas ideias.

Personagens interessantes.
Cenários criativos.
Situações curiosas.

Mas quando chega o momento de transformar essas ideias em uma história… algo parece não funcionar.

A narrativa começa e logo perde força.

Esse fenômeno costuma acontecer por alguns motivos muito específicos.

O primeiro erro é acreditar que uma boa ideia já é uma história.

Não é.

Uma ideia é apenas o ponto de partida.

Histórias precisam de conflito. Precisam de algo que perturbe o equilíbrio inicial e coloque os personagens em movimento.

Sem conflito, a narrativa não avança.

Outro erro comum acontece quando o autor se apaixona demais por seus personagens, mas esquece de dar a eles um objetivo claro.

Personagens precisam querer algo.

Eles precisam perseguir alguma coisa.

Quando o personagem não tem um objetivo definido, as cenas começam a parecer soltas. A história perde direção.

O terceiro erro é estrutural.

Muitos iniciantes escrevem histórias como se estivessem apenas registrando acontecimentos.

Mas narrativa não é uma sequência aleatória de fatos.

Histórias possuem ritmo.
Possuem progressão.
Possuem transformação.

Existe um início que apresenta o problema.

Existe um desenvolvimento onde os conflitos aumentam.

E existe uma conclusão onde algo finalmente se resolve.

Quando o aluno começa a entender essa estrutura, acontece algo muito interessante.

Ele percebe que criatividade não desaparece quando surgem regras.

Na verdade, acontece o contrário.

A técnica passa a dar forma à imaginação.

E quando isso acontece, escrever histórias deixa de ser apenas inspiração… e se transforma em construção narrativa.

Entre em contato agora pelo WhatsApp 

Conheça nosso site 

sexta-feira, 17 de abril de 2026

O instante em que a história deixa de ser apenas uma ideia

 

Quase toda história começa de maneira simples.

Às vezes é apenas uma pergunta.
Outras vezes é uma imagem.
Em alguns casos é apenas um personagem interessante.

Mas no começo, tudo ainda é muito frágil.

Uma ideia isolada não é uma história. Ela é apenas uma possibilidade.

Ao longo dos anos ensinando narrativa, percebi que muitos alunos chegam com boas ideias. Eles imaginam personagens interessantes, mundos criativos ou situações curiosas.

Mas muitas vezes não sabem como transformar essas ideias em uma narrativa estruturada.

Esse é o momento em que o roteiro começa a desempenhar seu papel.

Escrever roteiro é aprender a organizar pensamento criativo. É transformar imaginação em estrutura narrativa.

Quando um aluno começa a desenvolver personagens, pensar em conflitos e organizar os acontecimentos da história, algo interessante acontece.

A ideia começa a ganhar forma.

O personagem passa a ter objetivos.
O conflito começa a gerar tensão.
A história começa a avançar.

Pouco a pouco, aquilo que antes era apenas uma ideia vaga se transforma em uma narrativa possível.

Esse momento costuma ser muito marcante para quem está aprendendo a escrever histórias.

Porque é quando a pessoa percebe que criar narrativas não depende apenas de inspiração.

Existe um processo.

E quando esse processo é compreendido, a criatividade passa a ter direção.

Entre em contato agora pelo WhatsApp 

Conheça nosso site 

quinta-feira, 16 de abril de 2026

O poder de imaginar mundos que não existem

 

Uma das coisas mais fascinantes da arte narrativa é a capacidade de imaginar mundos que não existem.

Desde os primeiros mitos da humanidade até as histórias contemporâneas de ficção científica e fantasia, os seres humanos sempre demonstraram uma enorme capacidade de inventar universos inteiros.

Esses mundos podem ter regras próprias, geografias imaginárias, sociedades diferentes e tecnologias inexistentes.

Mas apesar de parecer um exercício puramente imaginativo, a criação de mundos fictícios exige um tipo especial de pensamento criativo.

Não basta imaginar qualquer coisa.

É preciso imaginar de forma coerente.

Quando um autor cria um universo narrativo, ele começa a definir uma série de regras. Como as pessoas vivem naquele mundo? Como funcionam as cidades? Como as pessoas se relacionam? Existe tecnologia avançada ou magia?

Essas perguntas ajudam a transformar uma ideia vaga em um universo narrativo consistente.

Ao longo dos anos ensinando narrativa, percebi que muitos alunos gostam muito da ideia de criar mundos imaginários. Eles pensam em cidades futuristas, reinos fantásticos ou universos paralelos.

Mas muitas vezes esquecem que o mundo fictício precisa servir à história.

Um universo interessante não é apenas bonito ou complexo. Ele precisa influenciar os personagens e os conflitos narrativos.

Quando o mundo criado interfere diretamente na vida dos personagens, a narrativa ganha profundidade.

O leitor passa a sentir que aquele universo realmente existe.

E talvez seja exatamente isso que torna certas histórias inesquecíveis.

Entre em contato agora pelo WhatsApp 

Conheça nosso site 

sábado, 11 de abril de 2026

O momento em que uma ideia começa a virar história

 

Existem muitas ideias interessantes no mundo.

Muito mais ideias do que histórias.

Isso acontece porque ter uma ideia é apenas o começo do processo criativo. O verdadeiro desafio está em transformar essa ideia em uma narrativa que funcione.

Ao longo dos anos ensinando roteiro, percebi que muitas pessoas acreditam que escrever histórias depende principalmente de inspiração. Elas esperam o momento certo, a ideia perfeita ou o impulso criativo que vai resolver tudo.

Mas a realidade da criação narrativa é diferente.

Histórias não surgem prontas. Elas são construídas.

Quando um aluno começa a escrever um roteiro, a primeira descoberta costuma ser exatamente essa: uma ideia precisa ser desenvolvida, testada e organizada para se transformar em narrativa.

A pergunta deixa de ser apenas “qual é a minha ideia?” e passa a ser “como essa ideia se transforma em história?”.

Esse processo envolve várias decisões. Quem é o protagonista? O que ele quer? Qual obstáculo impede que ele consiga alcançar esse objetivo?

Quando essas perguntas começam a ser respondidas, a história começa a ganhar forma.

Outro momento importante acontece quando o aluno percebe que o conflito é o motor da narrativa. Sem conflito não existe história. Existe apenas uma sequência de acontecimentos.

Mas quando surge um desafio real para o personagem, a narrativa começa a criar tensão, expectativa e interesse.

Talvez uma das partes mais interessantes de ensinar roteiro seja acompanhar o momento em que o aluno percebe que consegue organizar suas ideias em uma estrutura narrativa.

A história deixa de ser apenas uma ideia vaga.

Ela passa a ter começo, desenvolvimento e consequência.

E naquele momento surge algo muito poderoso: a sensação de que é possível criar mundos inteiros a partir de uma ideia.

Entre em contato agora pelo WhatsApp 

Conheça nosso site 

segunda-feira, 6 de abril de 2026

O momento em que uma ideia se transforma em história

 

Uma das perguntas mais interessantes que aparecem nas aulas de roteiro é também uma das mais simples: “De onde vêm as histórias?”. A pergunta parece simples, mas ela revela algo profundo sobre o processo criativo.

Muitas pessoas imaginam que escritores e roteiristas vivem esperando uma grande ideia aparecer de repente, como se a criatividade fosse um fenômeno misterioso que surge espontaneamente. Embora momentos de inspiração realmente existam, a verdade é que a maioria das histórias nasce de um processo muito mais gradual.

Na maior parte das vezes, uma história começa com algo pequeno. Pode ser uma pergunta, uma situação curiosa ou um personagem que desperta interesse. Esse primeiro impulso criativo é como uma faísca. Ele ainda não é uma história completa, mas possui potencial narrativo.

O interessante é observar como essa pequena ideia começa a se expandir quando o autor passa a explorá-la com mais atenção. Surgem perguntas. Quem é esse personagem? Em que tipo de mundo ele vive? O que ele deseja? O que o impede de alcançar esse objetivo?

Cada uma dessas perguntas adiciona uma camada à história. Aos poucos, o que antes era apenas uma ideia começa a se transformar em um universo narrativo mais complexo.

Esse processo é muito semelhante ao desenvolvimento de um organismo vivo. A história cresce, se adapta, muda de direção e ganha novas dimensões conforme o autor passa a compreender melhor seus próprios personagens e conflitos.

Uma das partes mais fascinantes desse processo acontece quando os personagens começam a ganhar autonomia dentro da narrativa. O autor percebe que certas decisões fazem mais sentido do que outras e que determinadas escolhas geram consequências dramáticas interessantes.

Nesse momento, a história começa a se organizar de forma mais clara. Conflitos aparecem, relações entre personagens se intensificam e o universo narrativo ganha consistência.

Ao longo do tempo ensinando narrativa, percebi que muitos alunos têm ideias excelentes, mas não sabem exatamente como desenvolvê-las. Eles possuem personagens interessantes ou mundos imaginativos, mas sentem dificuldade em transformar esses elementos em uma história estruturada.

É justamente nesse ponto que o estudo do roteiro se torna importante. Aprender narrativa não significa limitar a criatividade. Pelo contrário, significa oferecer ferramentas que permitem ao autor organizar suas ideias e explorar todo o potencial de sua imaginação.

Quando um artista compreende como histórias funcionam, algo muda em seu processo criativo. Ele passa a perceber que cada ideia pode se transformar em um universo inteiro de possibilidades narrativas.

E talvez seja essa a parte mais fascinante da escrita: descobrir que dentro de uma simples ideia pode existir uma história esperando para nascer.

Entre em contato agora pelo WhatsApp

Conheça nosso site 

domingo, 5 de abril de 2026

O que Dragon Ball ensina sobre narrativa

 

Existem algumas obras que ultrapassam o entretenimento e se transformam em verdadeiros marcos culturais. Quando pensamos em narrativas visuais que marcaram gerações, é impossível não mencionar o trabalho de Akira Toriyama.

Para muitos artistas que cresceram lendo mangá ou assistindo anime, Dragon Ball foi uma das primeiras experiências de contato com uma narrativa visual longa e envolvente. O que começa como uma história aparentemente simples de aventura se transforma, ao longo do tempo, em uma jornada épica de crescimento, conflito e transformação.

O que sempre me chamou atenção nessa obra não foi apenas a ação ou o humor, mas a maneira como a narrativa evolui junto com os personagens. O protagonista não começa como um herói invencível. Pelo contrário, ele começa como alguém curioso, ingênuo e com muito a aprender. Essa progressão cria uma sensação de crescimento real ao longo da história.

Essa é uma das lições narrativas mais importantes presentes na obra. Personagens interessantes são aqueles que se transformam ao longo da jornada. O leitor acompanha não apenas as batalhas externas, mas também o processo de amadurecimento do personagem.

Outra característica marcante do trabalho de Toriyama está na simplicidade aparente de sua linguagem visual. À primeira vista, o desenho parece leve e até minimalista em alguns aspectos. No entanto, essa simplicidade é resultado de um domínio profundo da narrativa gráfica. Cada cena é construída de maneira extremamente clara, permitindo que o leitor acompanhe a ação sem esforço.

Esse tipo de clareza narrativa é algo que sempre procuro destacar em sala de aula. Muitos iniciantes acreditam que complexidade visual é sinônimo de qualidade, quando na verdade a clareza costuma ser um dos elementos mais sofisticados da narrativa gráfica.

Existe também um aspecto muito interessante na forma como Dragon Ball constrói expectativa ao longo da história. Os conflitos são apresentados de maneira gradual, os desafios se tornam maiores e o protagonista precisa evoluir constantemente para enfrentá-los. Essa progressão cria uma sensação de escala narrativa que mantém o leitor interessado.

Quando analisamos obras como essa, percebemos que histórias envolventes raramente surgem por acaso. Elas são resultado de decisões narrativas conscientes, estrutura dramática bem construída e compreensão profunda do funcionamento da narrativa.

Talvez seja justamente por isso que certas histórias permanecem vivas por tanto tempo. Elas conseguem combinar simplicidade aparente com fundamentos narrativos sólidos.

E quando um artista começa a observar essas estruturas com atenção, algo interessante acontece. Ele passa a perceber que por trás de cada grande história existe um conjunto de princípios narrativos que podem ser estudados, compreendidos e aplicados em novos projetos criativos.

Entre em contato agora pelo WhatsApp 

Conheça nosso site 

segunda-feira, 12 de agosto de 2024

Planos de Enquadramento Para Histórias em Quadrinhos: A Arte de Contar Histórias com Imagens 📚✨

Vamos mergulhar no fascinante mundo dos Planos de Enquadramento para Histórias em Quadrinhos! Descubra como diferentes enquadramentos podem transformar sua narrativa visual e dar vida aos seus personagens e cenários.

O Que é um Plano de Enquadramento? 🔍

Um Plano de Enquadramento é a forma como uma cena é capturada e apresentada em uma história em quadrinhos. Ele determina o que será mostrado e a perspectiva do leitor, impactando diretamente a emoção e a dinâmica da narrativa. Desde um close-up dramático até uma visão panorâmica detalhada, a escolha do plano pode fazer toda a diferença na forma como a história é percebida.

A Importância do Enquadramento na Narrativa Visual 🎨

O enquadramento é crucial para guiar o olhar do leitor e enfatizar os elementos mais importantes de uma cena. Ele pode destacar a expressão de um personagem, a ação em uma batalha ou a vastidão de um cenário. A maneira como as imagens são enquadradas e compostas ajuda a construir a atmosfera e a emoção da história, tornando cada momento mais envolvente e memorável.

Alguns Tipos de Planos de Enquadramento 🔍✨

Existem vários tipos de planos de enquadramento, cada um com sua função específica:

- Plano Geral: Mostra o ambiente completo e a posição dos personagens nele. Ideal para estabelecer a cena.

- Plano Médio: Foca nos personagens da cintura para cima, destacando interações e diálogos.

- Close-up: Mostra o rosto de um personagem em detalhe, enfatizando emoções e reações.

- Plano de Detalhe: Foca em um objeto ou parte específica da cena, chamando atenção para elementos importantes.

Como Usar os Planos de Enquadramento ✏️

Para usar planos de enquadramento de forma eficaz:

1. Planeje sua cena: Determine a emoção e a ação que deseja transmitir.

2. Escolha o plano adequado: Use diferentes planos para guiar o olhar do leitor e enfatizar elementos importantes.

3. Experimente: Não tenha medo de misturar planos e criar composições únicas.

A Dinâmica dos Enquadramentos 📚

A mudança de planos de enquadramento dentro de uma sequência pode criar ritmo e tensão, levando o leitor a se sentir mais imerso na história. Por exemplo, alternar entre planos médios e close-ups durante uma conversa pode aumentar a intensidade do diálogo. Já uma transição de um plano geral para um close-up pode dar um grande impacto a uma revelação dramática.

Curiosidades sobre Planos de Enquadramento 🔍

- Origem no Cinema: Muitos dos conceitos de enquadramento em quadrinhos vêm do cinema, onde a câmera guia o olhar do espectador.

- Influência da Fotografia: Técnicas fotográficas também influenciam os enquadramentos, como o uso de ângulos e profundidade de campo.

- Narrativa Visual Sem Palavras: Alguns artistas usam enquadramentos para contar histórias inteiras sem diálogos, confiando apenas nas imagens para transmitir a narrativa.

Enquadramentos na Prática 🎨

O Instituto de Artes Darci Campioti oferece cursos de desenho e roteiro que ensinam essas técnicas em profundidade. Nossos profissionais experientes ajudam os alunos a dominar a arte do enquadramento, criando narrativas visuais poderosas e eficazes. Através de exercícios práticos e feedback personalizado, você aprenderá a usar planos de enquadramento para enriquecer suas histórias em quadrinhos.

Interessado em mergulhar no mundo fascinante dos planos de enquadramento e outras técnicas de narrativa visual?

Inscreva-se nos cursos de Desenho e Roteiro do Instituto de Artes Darci Campioti e transforme suas ideias em arte e histórias incríveis!

Aproveite esta oportunidade para desenvolver seu talento e se inspirar em narrativas visuais envolventes.

Venha fazer parte dessa jornada artística e narrativa no Instituto de Artes Darci Campioti!

Entre em contato AGORA pelo WhatsApp 19 98810-1401 - CLICANDO AQUI!










#IADC #desenho #quadrinhos #cursosderoteiro #criatividade #curso #DicasArteeDesenho #CriatividadeSemLimites #darcicampioti #arteportodaaparte #espalhandoarte #cursodedesenho #escoladedesenho #conceptdesign #conceptart #professordearte #RoteiroParaHQ #TiposDePlano #institutodeartesdarcicampioti #Arte #ArteSequencial #22AnosDeArte #AniversariodoInstitutodeArtesDarciCampioti #AprendaComOsMelhores #Animação #Quadrinhos #ComoEscreverHQs #PlanosDeEnquadramento #CulturaPop

🎬✨🐭🎨🌟📽️🎥📺💻🔨🔥💫🌪️🌿🪙✏️📜🌩️⚒️🖋️👻👸🤖📚🚀🌊🌱🌎🚢🌴🎭⛵🔍🖌️👩‍🎨👑⚡️🌧️🔱🌩️🖥️👨‍🏫📖📚🏫💡🌐🎉✍️🛠️💖🌸🌱📝🐉🐂🪓🍽️🕷️🕸️💚👊🔥🦅 🔴🟡🔵 🦇🦸‍♂️🌌💥🤔📚⚡🌾🕵️‍♀️🦸‍♀️🎮🦅💬🖼️🎭🥁🧙‍♀️📝🚢💪🍃🛸⌚👽👑🌩️🎯🏹👑

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Lutas Formidáveis - parte 9 - Batman Vs. Shredder (Teenage Mutant Ninja Turtles)

 

Luta incrível - apesar que não gostei do final


#darcicampioti #arteportodaaparte #toyart #espalhandoarte #cursodedesenho #escoladearte #escoladedesenho #desenho #arte #tecnicasdegrafite #sketch #conceptdesign #conceptart #professordearte #characterdesign #illustration #animation #comic #drawing #videoaula #aulaonline #personagem #hq #hero #cartoon #commission #pintura #paint #workshop #palestra #animação #cinema

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Curta de animação 3D em CGI "Wildlife Crossing" - por 3Bohemians | TheCGBros


Confira este hilário e espirituoso curta de animação em 3D chamado "Wildlife Crossing" sobre um pequeno mas determinado caracol que deve cruzar uma estrada perigosa para se reunir com seu precioso amor. O amor verdadeiro pode superar obstáculos intransponíveis? Para obter mais informações, consulte os detalhes e links abaixo:

www.wildlifecrossing.eu






Vídeo


Algumas Imagens




#darcicampioti #arteportodaaparte #toyart #espalhandoarte #cursodedesenho #escoladearte #escoladedesenho #desenho #arte #tecnicasdegrafite #sketch #conceptdesign #conceptart #professordearte #characterdesign #illustration #animation #comic #drawing #videoaula #aulaonline #personagem #hq #hero #cartoon #commission #pintura #paint #workshop #palestra #animação #cinema


terça-feira, 24 de agosto de 2021

WORKSHOP - Pensando: Roteiro / com Darci Campioti

Sobre Darci Campioti

Mestre em comunicação e cultura midiática, diretor e docente no Instituto de Artes Darci Campioti, docente na Universidade UNIP, com experiência em coordenação e docência dos cursos de Design Gráfico e Produção Audiovisual na Faculdade de Americana – FAM. Palestrante de arte e cultura, com mais de 30 anos no mercado. Colecionador e estudioso de História em Quadrinhos.

Ilustrador (livros, revistas, livros infantis e didáticos), Escultor (toy art e fiber glass) e roteirista; professor de desenho e artes nas áreas de: História em Quadrinhos (comics, mangá, realista), Roteiro, Desenho Artístico, Técnicas de Pintura, Aerografia, Caricatura, Anatomia, Desenho convencional e digital.

Sobre o Workshop

Dia 26 e 27 de agosto às 19:00 horas - via Zoom

O workshop tem como objetivo capacitar o participante a planejar, entender, elaborar e criar  um roteiro. Desenvolvimento de personagens e compreender as estruturas elementares da narrativa.

Mercado de Trabalho

O roteirista pode ser autônomo, trabalhar desenvolvendo e vendendo roteiros para empresas,  produtoras de filmes e vídeos ou contratado. Pode trabalhar para emissoras de televisão, cinema,  séries televisivas ou do sistema de streaming (devido à grande popularização deste tipo de plataforma).  Pode também trabalhar em redações de web séries, narrativas, quadrinhos, videogames e outros. Precisa estar presente em todo o desenvolvimento do projeto, guiando diretor e elenco.


Investimento R$ 85,00

• Para efetuar a inscrição, entre em contato no WhatsApp 19 9 8810-1401 e receba as instruções para pagamento.                                               

O Participante terá direito a :

Certificado;

Bônus 1 - Cartão desconto para 10 horas de Mentoria;

Bônus 2 - Cartão desconto para cursos de desenhos;

Bônus 3 - Cartão desconto para o próximo workshop; 

Vídeo chamada



#darcicampioti #arteportodaaparte #toyart #espalhandoarte #cursodedesenho #escoladearte #escoladedesenho #desenho #arte #tecnicasdegrafite #sketch #conceptdesign #conceptart #professordearte #characterdesign #illustration #animation #comic #drawing #videoaula #aulaonline #personagem #hq #hero #cartoon #commission #pintura #paint #workshop #palestra #animação #cinema

quinta-feira, 23 de abril de 2020

12 Princípios - Disney de Animação


Animação da Disney: A Ilusão da Vida (mais tarde republicada como A Ilusão da Vida: Animação da Disney ) é um livro de Frank Thomas e Ollie Johnston , dois dos principais animadores da Disney durante a Era de Ouro da animação.

No topo da lista dos "melhores livros de animação de todos os tempos" em uma pesquisa da AWN , ele ainda é usado como referência e fonte de inspiração para a animação de personagens.

O livro apresenta um histórico da animação da Disney e explica os processos envolvidos em termos claros e não técnicos.

A filosofia dos animadores da Disney é expressa nos chamados 12 princípios básicos da animação. Ele contém 489 chapas em cores e milhares de ilustrações em preto e branco, variando de esboços de storyboard a sequências de animação inteiras.

Observação: a ordem dos vídeos não é a mesma do texto. (fonte dos vídeos no final da postagem)


1º - Timing ("temporização")

Se refere a quão próximos os quadros estão em relação aos outros e a um maior ou menor número de desenhos intermediários entre uma parte e outra da ação, determinando assim se ela é mais lenta, moderada ou mais rápida.


2º - Slow-in and Slow-out (Aceleração e desaceleração)

Um objeto animado que se encontra em repouso aumenta gradativamente sua velocidade quando parte para o movimento isto é aceleração.

Este mesmo objeto diminui gradativamente sua velocidade quando parte para o repouso fazendo assim uma desaceleração.

Uma vez que o animador desenhava cuidadosamente seus extremos, pensando no tempo decorrente da ação como um todo, precisava indicar ao intervalador como seriam feitos os
intervalos


3º - Arcs (arcos)

Algo importante a considerar sobre os movimentos dos seres vivos é que, salvo raras exceções, os movimentos seguem uma trajetória circular.

A ação de uma mão com o dedo apontado segue a trajetória circular.

O animador marca as posições dos extremos e dos intervalos ao longo do arco.


4º -Anticipation (antecipação)

Muitas vezes, para executar uma ação, precisamos antes tomar um impulso.

Denunciando assim a ação que vamos executar, ou seja, dando uma ideia de antecipada do que faremos.

Quando as pessoas estão assistindo a um desenho, elas não entenderão o que está ocorrendo se não houver uma sequência de ações que levem claramente de uma atividade a outra.


5º - Exaggeration (exagero)

Muitas vezes, em animação, os personagens sofrem distorções que, se observadas individualmente, os desenhos parecem feios, tortos, mas no conjunto em movimento, a animação é fluida e suave e a distorção não é visualizada.

O exagero é essencial para que se consiga uma boa comunicação.


6º - Squash and Stretch (achatamento e alongamento)

É um dos princípios mais da importantes da animação.

A massa de um objeto animado se deforma alongando ou achatando, mas mantendo o mesmo volume.

O rosto de um personagem ganha mais vida quando as formas dos olhos, bochechas e lábios mudam de forma com a utilização do Squash & Stretch (comprime e estica).


7º - Secondary action (ação secundária)

As ações secundárias enriquecem e dão maior naturalidade a animação.

Normalmente as ações secundárias possuem seu próprio gráfico de timing.

Geralmente a ideia apresentada numa cena pode ser fortalecida por ações secundárias.

Essas ações secundárias são sempre subordinadas a ação principal.

Uma maneira de se conseguir uma ação secundária convincente é:

um planejamento inicial do que vai ser a cena;

animar por partes, primeiro a ação principal e depois as ações secundárias que podem ter timing diferentes.


8º - Follow through and Overlapping action (continuidade e sobreposição da ação)

Follow through (seguimento) é o movimento de seguimento de qualquer parte da personagem como consequências da ação principal.

Como sabemos, nem todas as partes da personagem começam o movimento ao mesmo tempo, havendo partes ou elementos dela que movem “arrastados” pela ação principal.

Overlapping action as partes ou elementos que pertencem às ações secundarias tendem a manter a sua trajetória devido a inércia e sobrepõem-se à ação principal quando efetua
mudanças de direção ou paragens.

Quando uma personagem entrava andando em cena e de repente parava completamente, a ação parecia dura e não era convincente.


9º - Straight Ahead action and pose-to-pose action (diretamente e quadro a quadro)

A animação direta é quando o desenhista cria as poses já na mesma ordem que serão exibidas, uma após a outra.

Neste caso a animação sai mais espontânea e a cena parece menos mecânica.

Desta forma o animador não planeja exatamente como vai ser o decorrer da cena e vai inventando à medida que progride.

Este método é geralmente usado em cenas de ação onde muitas vezes ocorrem movimentos rápidos e inesperados, embora é preciso cuidado para que o personagem não fique fora da perspectiva ou fora do cenário.

A animação quadro a quadro o desenhista preocupa-se em desenhar inicialmente as posições básicas que determinam a ação da personagem.
.

10º - Staging (enquadramento / encenação)

Animação não apresenta restrições para a posição ou para o ângulo em que uma tomada é realizada.

É necessário atentar para a capacidade do espectador de entender ambiente mostrado.

Uma ação tem bom "staging" quando a expressão é bem vista, o movimento é claro e visível.

Quando você está fazendo o "staging" de uma ação deve ter cuidado para não usar um ângulo que atrapalhe o que você quer mostrar.

Uma boa forma de conseguir um bom “staging” é através do uso de silhueta.


11º - Appel (apelo)

É a capacidade do personagem em atingir o espectador e de se relacionar com ele.

Um design atraente sempre é fundamental em qualquer personagem.

Significa um design que as pessoas gostam de ver, um design com charme, simplicidade, comunicação e magnetismo.

Qualquer personagem deve ter um design atraente, seja o herói ou vilão, caso contrário ninguém vai querer assistir ao que ele está fazendo.


12º - Desenho volumétrico (Solid Drawing)

O desenho tem peso, profundidade e equilíbrio

Estes são os princípios básicos do desenho tridimensional fundamental em animação.

Procure evitar partes gêmeas no personagem, ou seja, cada olho, orelha, mão, dedo, colarinho, sapato etc. ficar idêntico à outra correspondente.




Os vídeos explicativos você encontra neste LINK