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quinta-feira, 16 de julho de 2026

O maior erro dos novos roteiristas não é escrever mal. É acreditar que uma boa história acontece apenas nos diálogos.

Ao longo de muitos anos ensinando desenho, quadrinhos e narrativa visual, passei a perceber um comportamento que se repete quase sem exceção entre quem começa a estudar histórias em quadrinhos. O aluno dedica horas aperfeiçoando anatomia, perspectiva, luz e sombra. Estuda composição, aprende técnicas de acabamento e busca referências dos artistas que mais admira. Quando finalmente decide criar sua primeira história, acredita que tudo aquilo será suficiente para prender o leitor.

Mas, ao terminar a leitura, quase sempre acontece a mesma coisa.

A página está bonita. O desenho demonstra dedicação. Os personagens são interessantes. Ainda assim, a história não emociona. Não cria tensão. Não desperta curiosidade. Não faz o leitor querer virar a próxima página.

E isso raramente acontece porque o roteiro foi mal escrito. Na maioria das vezes, acontece porque o autor acredita que contar uma boa história significa apenas escrever diálogos inteligentes.

Foi justamente refletindo sobre isso que passei a admirar ainda mais o trabalho de Tom King.

Muita gente conhece seu nome pelos títulos que escreveu para personagens como Batman, Mister Miracle, The Vision e Supergirl. Outros o reconhecem por sua passagem pela CIA antes de se tornar roteirista profissional. Mas, quando observo sua produção como educador e contador de histórias, o que mais me chama atenção não é o currículo impressionante.

É a forma como ele compreende algo que considero essencial para qualquer artista: as histórias mais marcantes quase nunca são construídas pelas palavras.

Elas são construídas pelo que acontece entre elas.

Esse talvez seja um dos conceitos mais difíceis de ensinar em sala de aula.

Existe uma diferença enorme entre escrever diálogos e construir narrativa. Os diálogos fazem parte da narrativa, mas estão longe de ser sua totalidade. Quando um estudante acredita que basta fazer personagens conversarem para que uma história aconteça, ele acaba produzindo páginas que parecem longas conversas ilustradas.

Os personagens explicam tudo.

Dizem exatamente o que sentem.

Contam ao leitor aquilo que deveria ser percebido naturalmente.

Explicam emoções que poderiam ser transmitidas por uma expressão, uma pausa ou um simples enquadramento.

Sem perceber, o roteiro deixa de confiar na inteligência do leitor.

Essa é uma mudança que procuro provocar desde as primeiras aulas de narrativa.

Sempre digo aos alunos que desenhar quadrinhos não significa ilustrar um texto. Significa utilizar todas as ferramentas da linguagem visual para comunicar uma ideia. O roteiro participa desse processo, mas nunca trabalha sozinho. Ele precisa conversar com o desenho, com o ritmo das páginas, com a composição, com o silêncio, com a passagem do tempo e até com os espaços vazios entre um quadro e outro.

Quando isso acontece, a história ganha profundidade.

Quando não acontece, o excesso de explicações acaba sufocando a experiência do leitor.

Tom King demonstra isso de maneira extraordinária.

Seus roteiros costumam ser lembrados pelos diálogos precisos, mas acredito que sua verdadeira força esteja justamente naquilo que ele escolhe não escrever.

Existe um enorme respeito pelo silêncio.

Existe confiança de que a imagem conseguirá comunicar aquilo que nenhuma frase seria capaz de explicar.

Essa percepção muda completamente a maneira como passamos a enxergar uma página de quadrinhos.

Muitos artistas iniciantes imaginam que o objetivo é preencher todos os espaços disponíveis. Quanto mais texto, mais informação. Quanto mais informação, melhor será a história.

Na prática, acontece exatamente o contrário.

Cada balão adicional compete com o desenho.

Cada explicação excessiva reduz o impacto visual.

Cada frase desnecessária tira do leitor a oportunidade de interpretar a cena.

É curioso perceber como esse comportamento aparece também em outras áreas artísticas.

Na pintura, muitos acreditam que uma boa obra precisa ter o maior número possível de detalhes.

Na ilustração, alguns pensam que quanto mais efeitos digitais utilizarem, maior será a qualidade da imagem.

No desenho, surgem linhas desnecessárias tentando compensar inseguranças.

Na escrita, aparecem diálogos enormes tentando substituir aquilo que deveria ser resolvido pela construção da cena.

Em todos esses casos existe um ponto em comum.

A dificuldade de confiar nos fundamentos.

Quanto mais estudo um artista possui, menos ele precisa provar o tempo todo que domina determinada técnica. Ele aprende a utilizar apenas o necessário para comunicar exatamente aquilo que deseja.

Esse princípio aparece constantemente nas histórias de Tom King.

Suas páginas raramente chamam atenção pelo excesso. Pelo contrário. Muitas vezes impressionam justamente pela economia de recursos.

É uma economia que exige enorme domínio.

Existe um conceito muito conhecido na escrita que afirma que aquilo que o autor escolhe retirar costuma ser tão importante quanto aquilo que permanece na história.

Sempre achei essa ideia extremamente verdadeira.

Em sala de aula, costumo observar alunos criando páginas repletas de informações. Cada quadro possui um ângulo diferente. Os personagens falam o tempo inteiro. O cenário está cheio de elementos. Há caixas de narração explicando pensamentos, lembranças e acontecimentos paralelos.

Quando terminam, perguntam por que a leitura parece cansativa.

A resposta dificilmente está na qualidade do desenho.

Ela está na falta de hierarquia visual.

Toda página precisa orientar o olhar do leitor.

Ela deve mostrar onde observar primeiro, depois para onde seguir e, principalmente, qual emoção deve permanecer ao final da leitura.

Narrativa visual não consiste apenas em desenhar quadros em sequência.

Narrativa visual significa controlar a experiência do leitor.

Essa talvez seja uma das maiores diferenças entre um ilustrador e um contador de histórias.

O ilustrador produz imagens fortes.

O contador de histórias organiza imagens para provocar emoções.

Essa distinção parece pequena, mas transforma completamente a forma de construir quadrinhos.

Tom King entende isso profundamente porque escreve pensando na página inteira, e não apenas nas falas dos personagens.

Existe ritmo.

Existe pausa.

Existe repetição.

Existe contraste.

Existe silêncio.

Existe expectativa.

Esses elementos raramente aparecem nos livros que ensinam roteiro apenas através da estrutura clássica de começo, meio e fim. No entanto, são justamente eles que fazem uma cena permanecer na memória.

Sempre gostei de dizer aos meus alunos que uma boa narrativa funciona como uma conversa entre duas inteligências.

De um lado está o autor.

Do outro, o leitor.

Quando o autor explica absolutamente tudo, a conversa desaparece. O leitor deixa de participar da construção da história. Passa apenas a receber informações prontas.

Mas quando existe espaço para interpretação, algo extraordinário acontece.

O leitor completa mentalmente aquilo que não foi mostrado.

Ele participa da narrativa.

Ele estabelece conexões.

Ele percebe significados que talvez nem estivessem previstos originalmente.

É nesse momento que uma história deixa de ser apenas entretenimento e passa a ser uma experiência pessoal.

Talvez seja exatamente por isso que determinadas obras continuam sendo revisitadas muitos anos depois de sua publicação.

Elas não oferecem todas as respostas.

Oferecem perguntas.

E boas perguntas permanecem muito mais tempo na memória do que respostas rápidas.

Esse é um dos maiores ensinamentos que encontro na obra de Tom King e que procuro levar para cada aula.

O verdadeiro domínio da narrativa não está em escrever mais.

Está em saber exatamente o que precisa permanecer... e, principalmente, aquilo que deve ser retirado.

O maior erro dos novos roteiristas não é escrever mal. É acreditar que uma boa história acontece apenas nos diálogos.

Existe uma frase que costumo repetir aos alunos quando começamos a estudar narrativa: o leitor não precisa apenas entender a história; ele precisa sentir a história. Pode parecer uma diferença pequena, mas ela muda completamente a maneira como um artista passa a construir suas páginas.

Compreender uma sequência de acontecimentos é relativamente simples. Emoção, porém, nasce de outro lugar. Ela surge quando existe ritmo, expectativa, contraste, pausa e intenção. Surge quando o leitor percebe que cada quadro foi pensado para conduzi-lo naturalmente até a próxima página, sem que ele sequer perceba que está sendo conduzido.

É justamente nesse ponto que muitos artistas encontram dificuldade. Estão tão preocupados em explicar tudo que acabam eliminando aquilo que torna uma narrativa envolvente: a participação ativa do leitor.

Quando observo o trabalho de Tom King, tenho a impressão de que ele confia profundamente na inteligência de quem está lendo. Ele não sente necessidade de preencher todos os espaços com palavras. Não explica cada emoção. Não interpreta cada silêncio. Pelo contrário. Muitas vezes entrega apenas os elementos essenciais e permite que o próprio leitor construa parte da experiência.

Essa confiança é extremamente sofisticada.

Ela exige segurança técnica.

Exige domínio da linguagem.

Exige compreender que quadrinhos não são literatura ilustrada, mas uma linguagem própria, onde texto e imagem dividem igualmente a responsabilidade de contar uma história.

Talvez seja justamente essa compreensão que falte para muitos artistas em formação.

Vivemos em uma época em que existe um volume gigantesco de informação disponível. Tutoriais, vídeos, cursos rápidos e demonstrações surgem diariamente mostrando como desenhar um personagem, como pintar uma cena ou como criar determinado efeito visual. Tudo isso tem seu valor, naturalmente. O problema começa quando o estudante acredita que dominar ferramentas é o mesmo que dominar linguagem.

Não é.

Uma ferramenta pode ser aprendida em poucas horas. A linguagem artística leva anos para amadurecer.

E essa maturidade não aparece apenas na qualidade do desenho. Ela aparece principalmente nas escolhas que o artista faz.

Escolher um enquadramento.

Escolher um silêncio.

Escolher uma pausa.

Escolher aquilo que será mostrado.

Escolher aquilo que permanecerá escondido.

São essas decisões que transformam um desenhista em um contador de histórias.

Em sala de aula, costumo propor um exercício aparentemente simples. Peço aos alunos que contem uma situação utilizando o menor número possível de falas. No início, quase todos estranham a proposta. Alguns chegam a acreditar que será impossível transmitir emoção sem grandes diálogos.

Pouco tempo depois, começam a descobrir algo fascinante.

Uma mudança no olhar pode substituir um parágrafo inteiro.

Uma postura corporal comunica mais do que diversas explicações.

Um enquadramento bem construído pode revelar o estado emocional de um personagem sem que ele diga absolutamente nada.

Quando essas descobertas acontecem, percebo uma transformação importante no modo como o aluno passa a enxergar o próprio desenho.

Ele deixa de pensar apenas em anatomia e começa a pensar em intenção.

Deixa de desenhar apenas personagens e passa a desenhar emoções.

Essa talvez seja uma das maiores mudanças de mentalidade que um artista pode experimentar.

Ao longo da minha trajetória como professor, encontrei muitos alunos extremamente talentosos. Pessoas capazes de produzir desenhos tecnicamente impressionantes, com domínio de perspectiva, anatomia, acabamento e composição. Ainda assim, algumas dessas páginas permaneciam frias. Bonitas, sem dúvida. Mas incapazes de estabelecer uma conexão verdadeira com quem as lia.

Em contrapartida, também encontrei artistas com um desenho muito mais simples, mas que conseguiam envolver completamente o leitor. Bastavam poucas páginas para que criassem empatia, curiosidade e expectativa.

O que fazia essa diferença?

A resposta nunca esteve apenas no traço.

Sempre esteve na narrativa.

É por isso que acredito que ensinar quadrinhos significa muito mais do que ensinar desenho. Significa ensinar percepção. Ensinar observação. Ensinar ritmo. Ensinar como a linguagem visual influencia diretamente aquilo que o leitor sente.

Quando um estudante compreende isso, algo muda definitivamente.

Ele passa a observar filmes de outra maneira.

Começa a analisar livros sob outro ponto de vista.

Percebe a organização das cenas em uma animação.

Repara no uso do silêncio em um bom roteiro.

Descobre que toda grande narrativa possui uma arquitetura invisível sustentando cada decisão.

Essa arquitetura não aparece imediatamente aos olhos do público. Mas ela está presente em todas as obras que permanecem relevantes ao longo do tempo.

Tom King construiu sua carreira justamente entendendo essa estrutura.

Ele demonstra que o verdadeiro impacto emocional não nasce da quantidade de acontecimentos, mas da forma como esses acontecimentos são organizados. Não basta criar conflitos. É preciso construir significado para esses conflitos.

Essa é uma diferença enorme.

Qualquer pessoa consegue inventar uma luta entre dois personagens.

Poucos conseguem fazer o leitor se importar com o resultado dessa luta.

É exatamente aí que a narrativa deixa de ser entretenimento e se transforma em experiência humana.

Sempre acreditei que o papel da arte vai muito além da estética. A arte amplia nossa capacidade de perceber o mundo. Ela nos ensina a observar pessoas, emoções e situações sob perspectivas diferentes. Quanto mais um artista desenvolve essa sensibilidade, mais profundas se tornam suas histórias.

Talvez seja por isso que insisto tanto para que meus alunos estudem não apenas desenho, mas também cinema, literatura, pintura, fotografia, música e teatro. Todas essas linguagens possuem algo importante para ensinar sobre ritmo, emoção e construção narrativa.

Nenhuma arte nasce isolada.

Todas dialogam entre si.

Quanto maior o repertório do artista, maior será sua capacidade de criar obras que realmente toquem outras pessoas.

Esse é um aprendizado que continua me acompanhando até hoje. Mesmo depois de tantos anos ensinando, continuo descobrindo novas formas de observar uma página de quadrinhos. Continuo encontrando detalhes que antes passavam despercebidos. Continuo aprendendo com grandes autores, porque acredito que o processo de formação artística nunca termina.

Talvez essa seja uma das maiores lições deixadas por artistas como Tom King.

A verdadeira evolução não acontece quando dominamos uma técnica específica.

Ela acontece quando aprendemos a enxergar de maneira diferente.

Quando deixamos de perguntar apenas "como desenhar melhor?" e começamos a perguntar "como comunicar melhor?"

Essa mudança de pergunta transforma completamente o caminho do artista.

É justamente isso que procuro transmitir em cada aula, em cada conversa e em cada orientação oferecida aos alunos. A técnica é indispensável. Os fundamentos são essenciais. Mas tudo isso precisa estar a serviço de algo maior: a capacidade de emocionar, comunicar e construir experiências que permaneçam vivas muito depois da última página.

Porque, no fim das contas, as histórias que realmente nos transformam não são aquelas que possuem os diálogos mais elaborados.

São aquelas que conseguem falar diretamente com o nosso olhar, com a nossa imaginação e com a nossa memória.

E essa continua sendo, para mim, a forma mais bonita de entender a arte de contar histórias.

Se você deseja desenvolver uma base artística sólida e compreender como desenho, narrativa, composição e comunicação trabalham juntos para criar histórias capazes de emocionar, talvez seja o momento de investir em uma formação estruturada. No Instituto de Artes Darci Campioti, acreditamos que grandes artistas não nascem apenas do domínio da técnica, mas da construção de um pensamento visual consistente, capaz de transformar imagens em experiências.

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quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Midnight Suns | Marvel Studios

 

Marvel’s Midnight Suns é o futuro jogo de RPG tático estrelando os heróis místicos mais poderosos da Casa das Ideias. Nesta nova aventura, os Vingadores precisam combater os exércitos sombrios da perigosa Lilith, que foi revivida pela Hidra usando uma junção de magia negra e tecnologia. Para impedir que ela consiga invocar Chthon, eles vão se unir a uma força tarefa de especialistas em combater o oculto.

Esta história sinistra é inspirada em uma equipe clássica dos quadrinhos, os Midnight Sons, mas a formação que veremos no jogo será completamente nova, reunindo heróis da equipe original com X-Men e Fugitivo. Sendo assim, conheça os heróis mágicos que serão jogáveis no novo game da Marvel, que chega a todas as plataformas atuais em março de 2022.

Vídeo -  muito bravo o negócio



Capitão América

O primeiro Vingador, Capitão América, estará no jogo como um personagem de suporte. Seu escudo lhe concede acesso a habilidades defensivas que farão a diferença na hora de garantir que a sua equipe sobreviva aos ataques mais devastadores dos lacaios de Lilith.

Apesar de não ter participado de nenhuma formação dos Midnight Sons nos quadrinhos, o Capitão tem um histórico na luta contra vampiros, mais especificamente o Barão Sangue. O chupador de sangue enfrentou o herói na Segunda Guerra Mundial e Steve só sobreviveu graças ao seu traje reforçado. No jogo, ele pode conquistar um novo uniforme flamejante amarelo e preto, inspirado nas cores da equipe.

Capitã Marvel

Depois de ter enfrentado todo tipo de ameaça cósmica, poucas coisas podem surpreender a Capitã Marvel. Então quando os demônios começam a atacar o planeta, ela não pensa duas vezes antes de agir. Suas habilidades cósmicas garantem uma certa distância dos alvos que abre um leque de estratégias interessantes.

Apesar de estar mais ligada aos Vingadores, Carol Danvers já se envolveu com o núcleo místico dos quadrinhos quando acabou presa no futuro e precisou trabalhar junto do Doutor Estranho para sobreviver aos planos insanos da Encantor e do seu filho Ove.

Homem de Ferro

A tecnologia de Stark consegue se adaptar a qualquer ocasião, então não é difícil imaginar sua serventia enfrentando hordas sobrenaturais ao lado dos Midnight Suns. E considerando os pôsteres divulgados, o Homem de Ferro pode até acabar criando uma armadura especial para conter esta ameaça.

Foi o que aconteceu no arco dos quadrinhos A Essência do Medo. Junto aos anões de Svartalfheim, ele forjou armaduras mescladas com magia para a batalha contra o irmão maligno de Odin, o Deus do Medo Cul Borson

Doutor Estranho

No time dos Vingadores, nenhum herói estaria tão preparado para enfrentar uma Rainha Demônio quanto o próprio Mago Supremo, o Doutor Estranho. Ele entende as consequências severas do iminente retorno de Chthon, então faz bastante sentido que o feiticeiro tenha decidido procurar mais heróis místicos capazes de conter esta ameaça.

Nos quadrinhos, ele fez parte dos Midnight Sons originais que lutaram contra Lilith nos anos 90. Desde então, Stephen encarou vampiros, deidades cósmicas e todo tipo de vilão sobrenatural que você possa imaginar. No jogo, ele promete ser a ponte entre as duas equipes de heróis que precisam colaborar para sobreviver.

Wolverine

Wolverine pode não entender muito de demônios, dimensões e perigos místicos, mas não existe ninguém melhor para cortar centenas de soldados sobrenaturais como se não fossem nada. O mutante furioso dos X-Men já foi um membro importante dos Vingadores e promete ser uma poderosa arma secreta dos Midnight Suns nesta batalha.

Sem noção nenhuma do perigo, Wolverine já enfrentou entidades místicas e vampiros ao longo de seus muitos anos nos quadrinhos. Mas o mais impressionante é que ele também participou de uma equipe mágica em certo momento, junto do Doutor Estranho: os Defensores Secretos. Recentemente, ele tem enfrentado hordas de vampiros nos quadrinhos.

Motoqueiro Fantasma

O Motoqueiro Fantasma é um dos membros fundadores dos Midnight Sons nos quadrinhos. Ambos os portadores do Espírito da Vingança lutaram bravamente para impedir o plano de Lilith nos anos 90, mas a versão que veremos no jogo novo não tem nada a ver com esta era clássica — afinal, o novo convocado é Roberto Reyes.

Sem pactos demoníacos, seus poderes vem diretamente do espírito de Elias, um assassino em série satânico que trabalhava para a máfia russa como mercenário. Robbie foi convidado recentemente a trabalhar com os Vingadores, mas não terá ligação com a equipe no jogo.

Magia

Magia, dos Jovens Mutantes, aparece no trailer banindo um demônio com um portal para outra dimensão. Conhecida por ser irmã mais nova do Colossus, Illyana Rasputin acabou aprendendo as artes místicas depois de ter sido sequestrada por um demônio quando ainda era criança.

Depois de sobreviver a sete anos no Limbo, enfrentar um levante demoníaco vai ser apenas mais um dia comum em sua rotina. Nos quadrinhos, ela estuda ainda mais a fundo as artes ocultas com o Doutor Estranho, lecionando em sua escola de forças místicas. Desta vez, ela fará parte do Midnight Suns com sua espada e seus poderes dimensionais.


Blade

Blade, o lendário caçador de vampiros, está em bastante evidência nos quadrinhos enfrentando os desfechos da invasão Knull. Mas além de ser um aliado valioso dos Vingadores, ele também é um dos membros fundadores dos Midnight Sons e promete ter um papel importante no novo jogo tático.

Tudo que ele precisa para atazanar a vida de seus inimigos são pistolas e espadas. O estrago é garantido! O personagem é tão poderoso que recentemente aceitou o cargo de delegado, e espião, na nova nação vampírica que se instaurou nos quadrinhos. Ele definitivamente ri na cara do perigo!

Nico Minoru

Nico Minoru faz parte do elenco dos Fugitivos e não costuma aparecer longe de sua equipe em muitas histórias. Mas aqui ela será uma valiosa integrante dos Midnight Suns e a responsável por despertar Hunter, junto ao Doutor Estranho, de seu sono profundo de mais de 300 anos.

Ela carrega consigo o Cajado do Absoluto: um artefato que responde a seu sangue podendo realizar qualquer feitiço que sua portadora consiga imaginar, mas apenas uma vez. Não sabemos como isto vai ser traduzido para o jogo, mas ela promete ser uma das personagens mais poderosas da equipe.

Hunter

Hunter é uma personagem original da Marvel totalmente customizada, pensada especialmente para este jogo. As lendas dizem que esta foi a única pessoa que conseguiu deter Lilith, sua mãe, no passado. Desde então, este combatente descansou por séculos até que um dia precisassem de sua ajuda. E este dia chegou.

Não sabemos ainda toda a extensão de seus poderes, mas Hunter será capaz de acessar habilidades de luz e sombras. No primeiro trailer de gameplay, podemos ver seus poderes curativos em ação, em uma cena ajudando a Capitã Marvel, e seus devastadores ataques de sombras, que terão um preço a se pagar para tornar as coisas mais interessantes.

fonte: www.legiaodosherois.com.br

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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Um Fantástico WORKSHOP / Pensando: Roteiro


Instituto de Artes Darci Campioti realiza um Workshop sobre Roteiro nos dias 26 e 27 de agosto a partir das 19:00 horas.

Sobre a importância  de um roteiro podemos ver o comentário do Diretor de produção Chris Rodrigues:

"O Roteiro é uma história contada com imagens, expressas dramaticamente em uma estrutura definida, com início, meio e fim, não necessariamente nessa ordem. “

Nosso Workshop tem como objetivo: capacitar o participante para entender, planejar, elaborar e criar um roteiro, desenvolver personagens e compreender as estruturas elementares da narrativa.

Para fazer a Inscrição mande mensagem no WhatsApp: 19 9 8810-1401

CLIQUE AQUI – e conheça a programação e os assuntos que serão abordados.



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sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Lutas Formidáveis - parte 6 - Aquaman vs Ocean Master


Aquaman é um super-herói das histórias em quadrinhos americanas da DC Comics. Criado por Paul Norris e Mort Weisinger, o personagem estreou na revista More Fun Comics #73. Inicialmente um herói secundário em títulos da antologia da DC, Aquaman depois estrelou em vários volumes como herói principal.



Traduzido do inglês-Ocean Master é um supervilão fictício que aparece nos quadrinhos americanos publicados pela DC Comics. Criado por Bob Haney e Nick Cardy, o personagem apareceu pela primeira vez em Aquaman # 29.





sexta-feira, 25 de junho de 2021

He-Man - nova série

 Estou bem empolgado com a nova série do He-man, eu acho que vi no trailer o Gorpo mandando ver...Agora é esperar para ver.

Segue um pouco da história do He-Man e os seus personagens:

Histórias em quadrinhos

Nos minicomics lançados com a primeira série de brinquedos, He-Man era um bárbaro de uma tribo de Eternia. Os habitantes do planeta estavam lidando com as consequências das Grandes Guerras, que devastaram as civilizações. As guerras deixaram máquinas e armamentos avançados, conhecidos apenas por pessoas seletas. A Feiticeira do Castelo de Grayskull deu a He-Man algumas dessas armas, e ele partiu para defender os segredos de Castelo de Grayskull do maligno Esqueleto.

He-Man possuía a metade da Espada do Poder; Esqueleto tem a segunda metade e usou isso como arma principal. Quando juntas, as duas metades da Espada do Poder fornecerão a chave para o Castelo de Grayskull. Em uma história ilustrada inicialmente, He-Man e Esqueleto uniram suas duas metades da Espada do Poder para formar a verdadeira Espada do Poder, derrotando um inimigo comum.

Televisão

He-Man and the Masters of the Universe (1983)

No momento em que a série animada foi desenvolvida, as origens de He-Man foram revistas: sua verdadeira identidade era o Príncipe Adam de Eternia, filho do Rei Randor e da Rainha Marlena (uma terráquea), que governava o Reino de Eternia no planeta do mesmo nome. A Feiticeira do Castelo de Grayskull dotou o Príncipe Adam com o poder de se transformar em He-Man, o que Adam fez, levantando sua Espada do Poder e proclamando: "Pelo poder de Grayskull ..." Uma vez que a transformação foi completa, ele continuou "... . Eu tenho a força! ". Com a criação de She-Ra, Adam ganha uma irmã gêmea, a princesa Adora, que vive no planeta Etheria. Ao que parece os dois foram separados ainda bebês, mas ambos foram escolhidos como guerreiros mágicos portadores de espadas mágicas que lhes confere agilidade e super força.

Esqueleto mantém-se como o grande vilão das histórias animadas, com planos de derrubar Grayskull, eliminar He-Man e os seus aliados e aumentar o seu poder mágico.

Fazem aparições regulares nesta série animada personagens aliadas de He-Man, como o Gato Guerreiro, Teela, Mentor, Gorpo, Aríete e Stratos. A apoiar Esqueleto, era frequente contar-se com a presença de Maligna, Homem-Fera, Mandíbula, Aquático e Triclope.

Trailer da Nova Série


Personagens

Heróis

Príncipe Adam / He-Man: Filho mais velho do Rei Randor e herdeiro do Trono de Etérnia. Adam recebeu da Feiticeira uma das espadas do poder (a outra ficou guardada com a Feiticeira para, no devido tempo, ser entregue a Adora), que permite que ele se transforme em He-Man tocando-a e invocando os poderes de Grayskull.

Pacato / Gato Guerreiro (Cringer / Battle Cat): Bichinho de estimação de Adam, mencionado por ele como "seu melhor amigo". É um tigre verde muito medroso. Ao ser tocado pelo poder da espada de He-Man, ele se transforma no Gato Guerreiro, ficando maior e muito mais corajoso.

Teela: Filha biológica da Feiticeira. Foi criada desde bebê por Mentor, que prometeu à Feiticeira nunca revelar a Teela quem é sua mãe, para protegê-la dos inimigos da Feiticeira. Teela é a capitã da guarda do Rei Randor. E também é a responsável pelo treinamento de Adam, que sempre a decepciona por passar uma imagem preguiçosa e desinteressada em relação aos seus deveres. Mas, ao mesmo tempo, ela demonstra um certo interesse romântico tanto por Adam quanto por He-Man, sem saber que eles são a mesma pessoa.

Mentor / Duncan (Man-At-Arms): Cientista do Rei Randor. É muito sábio e ajuda todos os outros heróis da história sempre que pode com suas invenções. É um dos poucos personagens que sabem que Adam é He-Man.

Feiticeira (Sorceress): Feiticeira era uma personagem da franquia Masters of the Universe. Ela virava uma águia, possuía vários poderes mágicos. A Feiticeira é mãe da Teela, e seu verdadeiro nome é Teela Na. É a defensora principal do Castelo de Grayskul, onde mora. Dentro do castelo, seus poderes quase sempre se mostram invencíveis, embora tenham falhado algumas vezes. Em condições normais, a Feiticeira só pode deixar o castelo transformada em águia, embora algumas vezes tenha conseguido fazer isso em sua forma normal. A Feiticeira se casou uma vez e, desse casamento, teve Teela. Mas nunca se dá nenhuma grande informação sobre isso (só se menciona que o marido dela morreu numa grande guerra ao defender Etérnia).

Gorpo (Orko): Bobo da corte do Rei Randor. Em Trolla, seu planeta natal, é um grande mago. Mas em Etérnia, seus poderes funcionam invertidos, o que faz com que suas magias geralmente resultem em confusões e situações cômicas. Gorpo também sabe que Adam é He-Man.

Rei Randor e Rainha Marlena: Soberanos de Etérnia (embora haja vários reis e rainhas espalhados pelo planeta governando regiões restritas, Randor parece ser uma espécie de "rei maior", pois sua soberania é reconhecida em todo o planeta). Randor é de Etérnia. Marlena é da Terra, onde trabalhava como astronauta. E quando ela caiu acidentalmente em Etérnia, conheceu Randor, com quem se casou e teve Adam e Adora. Algumas passagens do seriado dão a entender que Marlena sabe que Adam é He-Man.

Aríete (Ram Man): Amigo de He-Man. Aríete parece ser uma espécie de cyborg, pois tem molas no lugar das pernas e uma grande parte de sua cabeça e seus ombros parecem feitos de metal.

Stratos: Rei dos homens-pássaros, uma espécie de humanoides voadores aliada de He-Man.

Multi-Faces (Man-E-Faces): Cyborg que pode mudar de cara, adquirindo poderes diferentes a cada mudança.

Mekaneck: Cyborg com um pescoço mecânico. Pode levantar sua cabeça até a altura que quiser.

Abelhão (Buzz-Off): Rei do povo-abelha, outra raça humanoide aliada de He-Man.

Fisto: Antigo vilão que aterrorizava uma floresta. Regenerou-se e se aliou a He-Man. Usa uma espécie de luva mecânica gigantesca em sua mão direita.

Granamyr: Dragão mais velho de Etérnia. Granamyr é um grande sábio e um dos magos mais poderosos do planeta. Ele tem um grande preconceito contra os humanos e só pede a ajuda deles ou interfere na vida deles em último caso. Isso se deve ao fato de ele ter vivido na época de uma grande guerra entre as duas espécies, há muitos milênios atrás, desde quando os dragões e os humanos de Etérnia não se dão. A princípio, He-Man parece ser o único humano por quem Granamyr tem uma certa consideração. Mas, aos poucos, ele adquire uma visão menos defensiva contra os humanos em geral.

Zodac: Sábio imortal que, de vez em quando, visita a Feiticeira no Castelo de Grayskull para falar sobre os destinos do Universo. Ele procura não interferir diretamente em nada nem na vida dos humanos nem de nenhuma outra espécie Zodac também sabe que adam é He-Man

She-Ra/Adora: Em Etérnia, é uma princesa, filha do Rei Randor e da Rainha Marlena, e irmã gêmea do Príncipe Adam. Foi separada de sua família quando era bebê e levada para Etheria por Hordak e criada pela Horda, se tornando assim Capitã da Guarda. Após receber a espada da proteção e descobrir que é irmã gêmea de Adam, ela deixa a Horda e passa a lutar contra a tirania de Hordak se tornando a líder da Grande Rebelião.

Vilões

Esqueleto (Skeletor): Vilão principal do seriado. Esqueleto é um feiticeiro que invadiu Etérnia há muitos anos, quando Hordak, seu mestre na época, atacou o planeta. E com a fuga de Hordak depois de sua derrota, Esqueleto se apossou da Montanha da Serpente, a base de Hordak em Etérnia na época. O objetivo principal dele é invadir o Castelo de Grayskull, para se apoderar de todo o conhecimento que ali existe e assim dominar Etérnia e até mesmo o Universo. Esqueleto é um dos feiticeiros mais poderosos de Etérnia. E várias vezes seu poder chegou a derrotar (embora só momentaneamente) até mesmo a Feiticeira. Quase todos os outros vilões de Etérnia trabalham para ele ou pelo menos já trabalharam em algum momento.

Maligna (Evil-Lyn): A única súdita feminina de Esqueleto. Ela é uma bruxa muito poderosa, mas seu poder nunca consegue fazer frente ao de Esqueleto. Entretanto, seus colegas da Montanha da Serpente parecem ter bastante medo dela e sempre se submetem às suas ordens. Maligna já tentou várias vezes passar a perna em Esqueleto e se apoderar de Etérnia sozinha, mas nunca conseguiu.

Mandíbula (Trap Jaw): Cyborg que serve frequentemente a Esqueleto. No lugar do braço direito, ele tem uma espécie de prótese onde encaixa várias armas diferentes. Mas foram poucas as vezes em que ele deu trabalho de fato a He-Man.

Homem-Fera (Beast Man): Bobo da corte de Esqueleto. É frequentemente humilhado por seu mestre, até porque é sem dúvida o vilão mais atrapalhado e mais burro da quadrilha de Esqueleto. O Homem-Fera tem o poder de hipnotizar os animais e fazer com que sirvam a ele, Mas nunca consegue muita coisa com isso.

Aquático (Mer-Man): Homem-peixe da quadrilha de Esqueleto. Às vezes ele aparece junto com um povo humanoide com a mesma aparência dele, só que mais frágil, e que serve a ele (o que dá a entender que ele é um tipo de macho-alfa dessa espécie). Ele é invencível quando se encontra na água, a não ser para o próprio He-Man.

Triclope (Tri-Klops): Guerreiro da quadrilha de Esqueleto. Ele usa uma espécie de capacete com três olhos diferentes que lhe proporciona tipos diferentes de visão, dependendo de qual olho do capacete ele acione.

Kobra Khan: Renegado de uma espécie de cobras humanoides (Reptons) de Etérnia. Ele se une a Esqueleto, passando a servi-lo.

Multi-Garras (Clawful): Uma criatura que parece uma mistura de homem, lagarto e caranguejo. Serve a Esqueleto.

Lagartauro (Whiplash): Homem-lagarto que serve a Esqueleto. Sua residência oficial é uma caverna onde vivem vários demônios subterrâneos.

Webstor: Aranha humanoide da quadrilha de Esqueleto. Usa uma espécie de mochila nas costas onde ele guarda uma corda que pode esticar ou retrair.

Spike (Spikor): Cyborg da quadrilha de Esqueleto. Tem o corpo coberto de espinhos de metal, mas é quase tão burro quanto o Homem-Fera.

Modulok: A princípio, era um cientista humano que foi preso por ter cometido crimes. Mas se submeteu a uma experiência mutante que o transformou num monstro vermelho com três pernas. Lutou sozinho contra He-Man algumas vezes e depois se aliou a Esqueleto. Mais tarde, deixou a quadrilha de Esqueleto e foi se aliar a Hordak.

Mal Em Dobro (Two-Bad): Criatura com duas cabeças que vive brigando entre si e serve a Esqueleto.

Iceman: Apareceu em apenas um episódio servindo ao Esqueleto; é o capanga que controla o gelo.

Semente do Mal (Evilseed): Homem-planta que tentou conquistar Etérnia com um ataque de trepadeiras gigantescas e ferozes que cresciam de forma impressionante. Atacou tanto He-Man quanto Esqueleto. E para derrotá-lo, os dois tiveram que se unir. Aparentemente, Semente do Mal morreu ao ser atingido por uma tempestade de neve provocada pela combinação dos poderes de He-Man, Esqueleto, a Feiticeira e Gorpo.















sábado, 22 de maio de 2021

Hoje (22/05/2021) o Instituto de Artes Darci Campioti comemora 19 anos de muita arte.

 


Agradecemos a todos que fazem parte do nosso sonho.

Somos uma grande família que enxerga o mundo de um modo especial, como diz uma frase da animação Cinderela - Não enxergue o mundo como ele é, enxergue como ele poderia ser.

Nossa meta é ter #arteportodaaparte.

Obrigado a todos que compartilharam do nosso sonho.

 O Instituto nasceu de um sonho, pelas mãos do artista Darci Campioti, que depois de trabalhar por mais de 22 anos como ilustrador de livros e revistas e lecionar em escolas de São Paulo, como a Escola de Desenho Cândido Portinari e Escola de Desenho Arte São Paulo, desenvolveu seu próprio método e fundou o

Instituto de Artes aqui em Campinas, realizando assim um sonho amadurecido.

A escola logo foi reconhecida em Campinas e região, pelo seu novo conceito de ensino e pelo excelente método. ​

 A ideia foi trazer um curso totalmente inovador, onde o aluno aprende através de técnicas a se desenvolver e criar seus próprios desenhos, trabalhando com metas e cursos programados onde o aluno sabe exatamente em quanto tempo ele terminará o curso e mais do que isso, já sabendo todas as técnicas propostas em cada curso.

Todo esse sucesso só foi possível através daqueles que acreditaram em nosso potencial, de cada aluno que passou por aqui. E hoje tendo ainda contato com nossos ex alunos (amigos) e alunos atuais, temos a certeza de que estamos no caminho certo, alcançando nosso objetivo, quando ouvimos deles sobre seu progresso como desenhistas e profissionais da área.

A todos que acreditaram em nosso sucesso, não temos palavras para expressar nossa gratidão e amor e vamos seguir em frente.

Como disse Walt Disney:

"Aqui, no entanto, nós não olhamos para trás por muito tempo.
Nós continuamos seguindo em frente, abrindo novas portas e fazendo coisas novas...
Porque somos curiosos... e a curiosidade continua nos conduzindo por novos caminhos... siga em frente!


quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Um guia de como construir Histórias e Personagens de uma maneira direta e prática.

Criando Personagens

 “o verdadeiro personagem é revelado nas escolhas que um ser humano faz sob pressão – quanto maior a pressão, maior a revelação e mais verdadeira a escolha para a natureza essencial do personagem”.

Robert McKee

Vocês pediram  e fiz um ''Vídeo Book'' para explicar como criar personagens, batizei o book de:

Arquitetando Histórias e Personagens Formidáveis

Um guia de como construir Histórias e Personagens de uma maneira direta e prática.

Abaixo uma ''palhinha'', assista!


Para ver o Vídeo COMPLETO - CLICK AQUI!


O melhor curso de Artes agora perto de você!

Aulas on-line, no formato de vídeo conferência, apoio de vídeos e apostilas.

Entre em contato e consulte dias e horários - + 55 19 98810-1401

Com um valor especial para você.

Para conhecer melhor o Instituto de Artes Darci Campioti - Click Aqui!

quarta-feira, 5 de junho de 2019

PROMOÇÃO NO IADC - DIA DOS NAMORADOS

Grande promoção no Instituto de Artes Darci Campioti, para o Dia dos Namorados. Ele ou ela presenteando seu amor ganha desconto na mensalidade e 50% na matrícula e se os dois fizerem matrícula além do desconto na mensalidade paga só uma matrícula


dá um pulo na no site do Instituto de Artes Darci Campioti ---> CLIQUE AQUI

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

BLACK FRIDAY - Instituto de Artes Darci Campioti - Veja a Promoção

Instituto de Artes Darci Campioti, antecipa o Black Friday e faz uma promoção imperdível.

Fazendo matrícula esse ano (2018), você paga a primeira parcela somente em 2019.

Reserve sua vaga, o primeiro passo para se tornar um grande Artista.

Entre em contato agora mesmo.

Telefone 55 19 3386-4974

WhatsApp 19 9 8810-1400



terça-feira, 6 de novembro de 2018

BLACK FRIDAY - No Instituto de Artes Darci Campioti - aguardem novidades

Aqui ni Instituto de Artes Darci Campioti - o BLACK FRIDAY - vai ser cheio de surpresas.

Você que é amante das artes e não teve oportunidade de fazer um curso na melhor escola de Campinas e região, fique atento.
Depois não adianta reclamar!!!!


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Instituto de Artes Darci Campioti - promove a Exposição "AQUAMAN"


Comemorando o lançamento do filme "Aquaman" o Instituto de Artes Darci Campioti, convida Alunos e Ex-alunos a participarem deste evento, que terá início dia 17 de Novembro de 2018.


Abaixo segue cartaz e Regulamento e para qualquer dúvida entre em contato pelo telefone 19  3386-4974 ou pelo e-mail contatodc@darcicampioti

Participe





terça-feira, 19 de junho de 2018

Instituto de Artes Darci Campioti - Conhecendo os cursos - (16)

Storyboard


          Presentes em todas as pré-produções de audiovisual – filmes, novelas, animações, etc. – o storyboard consiste em uma série de requadros de formatos específicos organizados, interpretando e representando visualmente o roteiro e as visões do diretor, incluindo planos de enquadramento, ângulos e movimentos de câmera, ambientação e iluminação, e tem como objetivo mostrar a toda a equipe o que se espera de cada cena que será registrada.
Os requadros ainda podem ser acompanhados de breves descrições dos acontecimentos da cena, sons ou movimentos que serão necessários.
Como uma das etapas fundamentais, o storyboard é também um intermediário na análise e organização dos equipamentos de filmagem, facilitando os processos.
Atribuída sua criação a George Meliés (1861 - 1938) e posteriormente no formato que utilizamos hoje a Webb Smith (1895 - 1950), o ilustrador ou quadrinista responsável pelo desenvolvimento do storyboard em uma produção deve ser eficiente tanto na interpretação textual quanto na representação da narrativa visual.
Sobre o Curso
O curso/módulo Storyboard do IADC foi desenvolvido para os interessando em aprofundar seus conhecimentos e em atuar neste capo da produção gráfica, desenvolvendo sua intepretação narrativa e suas técnicas de produção.
Propõe também uma introdução ao conhecimento e aos meios técnicos de produção audiovisual assim como suas características específicas.
Objetivo do Curso
O curso/módulo Storyboard do IADC proporcionará ao ingressante a compreensão e experimentação prática das produções de storyboards a partir de estudos e análises de materiais e roteiros.
Durante os 06 meses oferecidos pelo módulo, o ingressante irá adquirir a capacidade ler, analisar e interpretar visualmente roteiros por meio de exercícios práticos, desenvolvendo as habilidades específicas de narrativas visuais e de produção do storyboard e o senso crítico e especificidade em relação aos meios para os quais o storyboard será produzido.