Quando penso em artistas que moldaram a imaginação de gerações, Eiichiro Oda é um dos primeiros nomes que me vem à mente.
Não apenas pelo sucesso comercial — mas pelo que ele representa em termos de consistência
criativa.
Como professor, isso me provoca uma pergunta:
🌀 “Quantos dos meus
alunos estão realmente preparados para mergulhar fundo no próprio processo
criativo?”
É normal que no início tudo seja disperso: o traço inseguro,
a narrativa solta, a ideia sem forma. Mas quem escolhe a arte precisa, cedo ou
tarde, entender o que Oda entendeu:
Em sala de aula
Vejo muitos alunos ansiosos para resultados rápidos. Eles
querem o estilo pronto, o traço limpo, o portfólio bombando.
Mas antes disso vem outra etapa, mais silenciosa:
Oda ficou conhecido por recusar atalhos — ele prefere
desenhar tudo à mão, manter o controle da narrativa, revisar roteiros
dezenas de vezes. Isso é raro. Mas é valioso.
O erro comum dos alunos?
Achar que desenhar bem já é o suficiente.
Quando eles entendem que arte é constância e narrativa,
algo muda. Eles param de correr atrás de “técnica nova” e começam a aprofundar
sua linguagem.
É aí que o artista nasce.
E no IADC?
Não como um dever, mas como um ato de amor.
💬 Se você quer isso pra
sua arte:

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