• Cenas fortes.
• Personagens vivos.
• Imagens que parecem prontas.
E quase todos travam no mesmo ponto:
não sabem como transformar isso em narrativa.
A ilusão da página em branco
Existe um mito muito forte de que escrever começa sentando e
esperando a inspiração aparecer. Na prática, isso só gera frustração.
Histórias não nascem da página em branco.
Elas nascem do pensamento estruturado.
Quando isso não está claro, o aluno acha que o problema é
talento. Raramente é.
O que vejo acontecer com frequência
Em sala de aula, percebo um padrão recorrente: alunos com
ótimas ideias, mas sem ferramentas para organizá-las.
Eles pulam etapas.
Tentam escrever antes de entender o que estão escrevendo.
O resultado é sempre o mesmo: histórias que começam bem e se
perdem no meio do caminho.
O erro não é escrever mal — é pensar pouco a história
O erro mais comum não está na escrita, mas na ausência de
método. Sem estrutura, o texto vira um acúmulo de cenas interessantes sem
progressão narrativa.
Quando o aluno entende que roteiro é pensamento antes de
escrita, algo muda profundamente.
A virada de chave
A virada acontece quando o aluno percebe que método não
engessa — liberta. Ele passa a ter clareza para decidir, cortar, aprofundar e
sustentar sua história.
É nesse ponto que a escrita amadurece.
Onde isso se conecta com o ensino
Essa visão não surgiu por acaso. Ela é fruto de anos
observando alunos talentosos travarem por falta de estrutura — e destravarem
quando aprendem a pensar narrativamente.
É essa lógica que sustenta o Curso de Roteiro do IADC.
Encerramento
Se você tem histórias que merecem existir, talvez o próximo
passo não seja escrever mais — mas pensar melhor.
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