Durante anos, ouvi a mesma frase dita de formas diferentes:
“Eu gosto de quadrinhos, mas quero estudar arte de verdade.”
Sempre que
escuto isso, sei que existe ali um equívoco profundo.
De onde vem
esse preconceito
Quadrinhos
nasceram populares.
Acessíveis.
Diretos.
E tudo que é
acessível costuma ser confundido com algo menor.
Mas acessível
não é sinônimo de simples.
O que existe
por trás de uma página de HQ
Uma página de
quadrinhos exige:
- domínio de composição
- controle de ritmo
- clareza narrativa
- síntese visual
- consciência do olhar do leitor
Nada ali é
aleatório.
O erro comum
de quem começa
Achar que
quadrinhos dependem apenas de “desenhar bem”.
Desenho é
ferramenta.
Narrativa é estrutura.
Sem entender
linguagem, o desenho não sustenta a história.
Quando o
aluno entende que HQ é linguagem
Algo muda quando
o aluno percebe que quadrinhos não são fuga da arte — são uma das formas mais
completas de linguagem visual.
Ele passa a
pensar melhor.
A organizar ideias.
A comunicar com clareza.
Onde isso se
conecta com o ensino
No IADC, sempre
tratei quadrinhos como campo formativo sério. Não como hobby, mas como
linguagem que estrutura pensamento visual.
Porque quem
entende HQ, entende imagem.
Um convite
para rever conceitos
Se você ainda
acha que quadrinhos são menores, talvez esteja olhando para eles com
preconceito — não com atenção.
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