Toda linguagem nasce quando alguém para e pensa sobre ela.
Antes disso, existe apenas tentativa.
Rudolph Töpffer foi esse alguém.
Quando os quadrinhos ainda não tinham nome
Töpffer não estava tentando criar um mercado.
Ele estava tentando ensinar, comunicar ideias, organizar pensamento
visual.
E talvez por isso tenha ido tão longe.
O que vejo em sala de aula
Muitos alunos acreditam que quadrinhos começam no desenho
bonito.
Mas os trabalhos que realmente funcionam começam em outro lugar: clareza,
ritmo e intenção.
Töpffer já sabia disso no século XIX.
O erro comum
Confundir acabamento com narrativa.
Achar que a técnica resolve tudo.
Ela não resolve.
O que muda quando se entende a base
Quando o aluno entende que quadrinhos são linguagem — e não
apenas ilustração — tudo muda. A história flui, o leitor entende, o desenho
passa a servir à ideia.
Ligação com o IADC
É por isso que sempre defendo um ensino que começa pelo pensamento visual. A técnica vem depois — para sustentar o que já faz sentido.
Se você quer aprender quadrinhos de verdade, comece
pela base.
Conheça o Instituto, converse comigo ou venha estudar narrativa visual com a
gente.

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